domingo, 17 de julho de 2011

PAULANER HEFE-WEISSBIER

Comprei nesta sexta-feira no Zaffari; preço salgado (R$ 12); valeu a pena! Excelente Weissbier (cerveja de trigo), recomendo, nota 9.1 para as trigueiras - a Paulaner é a cerveja mais consumida no sul da Alemanha e foi fundada por uma Ordem religiosa de São Franciso de Paula no séc. XVI, tanto que o logotipo oficial ainda é impresso com a figura de um santo!
Características observadas: coloração marrom opaca (não filtrada), sabor marcante, suave, lembrando muito o malte de trigo.
Ingredientes: malte de trigo e cevada, lúpulo e levedura; 5% de graduação alcoólica.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Fondue de Chocolate

Esta postagem é dedicada as frutas mergulhadas
no chocolate, fondue de chocolate.
Minha sugestão:
Chocolate para fondue Santa Clara.
Frutas: banana, kiwi e o tradicional morango.
Corte a banana e kiwi em rodelas, o morango
em duas partes iguais; aqueça o chocolate numa
cumbuca de porcelana (pode ser em qualquer recipiente que vc possa derreter sob o fogo),

depois, divirta-se!
Como diz um amigo meu, comer é bom demais!

Cerveja Terapia

Neste sábado, 25 de junho, jantei na Cantina do Toco, restaurante e micro-cervejaria aqui perto de casa, em ipanema, zona sul de Porto Alegre.
Aproveitei a noite para comemorar meus 37 anos junto com alguns amigos e minha família.
O jantar estava excelente, mas o serviço deixou muito a desejar, deve ter sido o frio.
A cerveja Terapia, fabricada no local é de qualidade, nota-se que os insumos utilizados na fabricação tem boa procedência; a espuma cremosa habilita a cerveja (chopp) servida como uma dentre as melhores artesanais fabricadas em de Porto Alegre.
Minha nota pessoal para o Chopp (cerveja) Terapia, no geral, é 7.9 podendo ter notas frutadas um pouco mais notáveis.
Provamos a Pilsner tradicional, trigo e tipo belga.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Festa Junina

Nesta sexta-feira, dia 24/06/11, festejamos na casa da Déia (esposa do Dudu) o aniversário do pai da anfitriã    com uma animadíssima festa junina, o cardápio foi típico de São João compilado com a tradição da galera aqui do Rio Grande do Sul, tínhamos pipoca, doces, salgados, quentão e churrasquinho que virou churrascão! Até uma fogueira apareceu por lá! Sorte que ninguém ensaiou um pula-fogueira (não iria dar certo!); buenas, fica aqui o registro da festinha. Foi ótima, todos gostaram! Fomos muito bem recepcionados pelos pais da Déia, não foi diferente; no aguardo da próxima!


Parte da turma caracterizada, "os caipira gaúcho".


Dudu observa com atenção a fogueira (o chapéu foi sacanagem).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ravioli e cappelletti de queijo ao molho Bechamel com queijo gorgonzola.

Neste exato momento que faço esta postagem, la fora, a temperatura está exatos 8,4ºC, baixando significativamente, com previsão de alcançar a marca de 0 grau durante a madrugada; e, se já não bastasse tal condição meteorológica, o vento sul (conhecido como vento minuano), faz as árvores aqui de casa balançar, ressoando aquele típico som do vento de inverno ao passar por entre as folhas (agora eu me puxei! Rsrsrs).
Dito isso, segue uma receita de ravioli e cappelletti de queijo ao molho Bechamel e queijo gorgonzola que preparei na semana passada; modéstia parte, ficou excelente!
Vamos ao passo-a-passo.
Ingredientes do feito:
1 embalagem de cappelletti.
1 embalagem de ravioli.
Manteiga
Queijo gorgonzola
1 litro de leite (ou um pouco menos)
Farinha de trigo
Sal, pimenta (3 pimentas no moedor) e noz moscada.
Queijo tipo parmesão (Faixa Azul, dê preferência)


1. Compre 2 embalagens (1 de ravioli outra de cappelletti) de queijo (ou carne se preferir); atenção na marca do fabricante! É importante a boa procedência do produto para se ter sucesso na cozinha!
Abra as embalagens, ponha tudo numa penela alta e cozinhe-os lentamente, quando prontos reserve, mas vá preparando o restante enquanto cozinha as massas; o ponto da massa se dá na ponta do garfo, eu gosto al dente, você espeta o ravioli ou o cappelletti com o garfo e ele deverá escorrer vagarosamente de volta a panela.


2. Corte e pique 200gr. de queijo gorgonzola, reserve-o; a quantidade depende do teu gosto, se preferir acentuar o gosto do molho com este queijo, ponha mais ou menos que a minha porção recomendada, eu prefiro acentuar o gosto do queijo.


3. Em uma panela alta (+ ou - 3 litros), ponha 4 colheres de sopa BEM cheias de manteiga, derreta em fogo baixo; dica: não deixe ferver a manteiga por mais de 20 segundos, ela ficará escura, dando um gosto amargo em todo o molho! Aconselho a ficar mexendo até derreter, depois apague o fogo.
4. Neste meio tempo, vá aquecendo o leite, vamos utilizá-lo em breve.


5. Se você apagou o fogo, acenda em fogo baixo; vamos ao passo mais delicado e chato do prato; depois que a manteiga derreteu, pegue a farinha de trigo e vá adicionando AOS POUCOS na manteiga derretida, sempre mexendo em movimentos circulares; ponha a farinha até a mistura ficar com aparência de purê de batata (nem tão dura nem tão mole).


6. Lembra do leite, pois é, hora de adicionar; verifique se está quente (tem que estar quente!); vá derramando LENTAMENTE o leite na mistura, mexendo e dissolvendo pequenos pedaços de manteiga; dica: faço todo o processo bem devagar; adicione todo o leite ou até a quantidade que achares melhor. 



7. Adicione os pedaços de queijo gorgonzola que estavam reservados, mexa bem até derreter, isso, em fogo BAIXO.


8. Derreteu tudo? Então chegou a hora de temperar; adicione pimenta moída (3 pimentas), sal a gosto e noz moscada, ou, tempere ao teu gosto; tem gente que não gosta de pimenta ou gosta de outras especiarias e tal; aqui você decide (cuidado com exageros e temperos que não combinam com a receita, fica a dica!).


9. Molho pronto; massa cozida; misture tudo na panela do molho; eu faço assim: tiro toda a água da panela da massa, dou um banho de água fria na massa (para não grudar), escorro novamente e ponho os raviolis e cappellettis na panela do molho; misture tudo, leve a mesa e voliá!


10. Consegui tirar a fotografia sem antes ter atacado o prato! Para acompanhar: um bom vinho tinto ou uma cerveja Belga (sugiro a Strong Golden Alle da Eisenbahn ou Dado Belgian); dê uma polvilhada com queijo parmesão Faixa Azul ou de tua preferência.

Abraço,
Leonardo Goellner

Cinzas do vulcão chileno Puyehue

Impressionante, na semana passada, com a violenta erupção do vulcão chileno Puyehue, as cinzas puseram em alerta as autoridades de segurança nacional de 3 países, dentre eles o Brasil, em especial aqui no Rio Grande do Sul.
Neste post coloquei duas fotografias, a primeira é uma imagem de satélite capturada pela NASA, percebe-se nitidamente (para quem não faltou as aulas de geografia, rsrsrsrs) que, ao serem expelidas pelo vulcão, as cinzas rumam em sentido oeste-leste com uma leve curva a nordeste, aproando para o sul do Brasil, leste da Argentina e norte do Uruguai, dissipando-se sobre o oceano atlântico (para a nossa sorte).
A segunda fotografia foi tirada por este que escreve quando todo este material vulcânico sobrevoava o espaço aéreo aqui em Porto Alegre, notem que a cor acinzentada do céu e o sol estão com um aspecto muito sinistro, diferente daquele pôr-do-sol básico avermelhado de inverso que estamos acostumados a ver por aqui.
Buenas, é isso.
Abrass, Leonardo Goellner


Observação importante: na parte superior da imagem acima NÃO são as cinzas vulcâncias, são apenas nuvens stratu cumulus, as cinzas são visíveis em todo o céu, na alta atmosfera, acima da camada de nuvens.

domingo, 29 de maio de 2011

Fondue na chapa

Não poderia deixar de postar o nosso primeiro fondue do ano (e também aqui do blog).
Lá em Gramado/RS, conheci o proprietário do Restaurante Le Lac Noir, conhecido na cidade pela seqüencia de fondue; neste dia, me revelou algumas dicas bastante relevantes deste charmoso jantar.
Desde então, curtimos aqui em casa fazer o fondue na temporada de inverno.
Dá trabalho! Muita logística, é caro, mas vale muito a pena!
Milongas a parte, vamos ao que interessa.
Utensílios: Chapa de ferro c/ rechaud, talheres, 1 kit de fondue (para o queijo) e alcool.
PS: O Fondue deste post é feito na chapa de aço, ficando mais saudável e menos "pesado" (levando em consideração que será apreciado no jantar) que o preparado no óleo (que também é muito gostoso).
Carnes: Filé mignon suíno e alcatra (cortados em pequenos bifes do tamanho da palma da mão) e lingüiça mignon defumada (as fininhas), cortadas em rodelas de 2 cm.
Molhos: Rosé, molho de alcaparras, molho de alho e molho italiano com pepino e pimenta (muito gostoso); as receitas dos molhos, em breve disponibilizarei no blog.
Para o fondue de queijo, de preferência ao pão feito em casa, mas jamais cometa a "gafe" de comer o queijo com pão cacetinho/pão frances, em último caso, compre um pão tipo "italiano" na padaria ,mais próxima (vale a pena!); compre o queijo da Santa Clara, é muito bom e nada exageradamente caro, afinal de contas, se queres fazer este jantar em casa, não pense em economizar, lembre-se, o barato SEMPRE sai caro!

Na chapa: bifes de alcatra, suino e rodelas de lingüiça fininha.

Dicas Du'Cheff: para o fondue de queijo, recomendo o preparo em cumbuca de cerâmica; sempre aqueça a chapa de ferro no fogo (fogão) por, no mínimo 10 minutos, depois, leve a mesa, pondo acima do rechaud.
Abraço,
Leonardo Goellner

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Weiss Bier nacional surpriendente.

No Rio de Janeiro não se faz só o melhor samba do planeta!
Nesta semana comprei (um pouco resignado) a cerveja de trigo St. Gallen, fabricada em Teresópolis, RJ.
Hoje a noite jantei um frango a parmegiana e, como reza a lenda, frango combina com cerveja weiss.
Confesso, meu jantar estava ótimo, mas esta weissbier foi o coelho que saiu da cartola!
Minha modesta opinião: paladar extremamente suave, espuma cremosa fixa na borda do copo (sinal de uma ótima cerveja) e notas de laranja (não tem na composição, mas lembra), teor alcoólico de 5,2% (bom), coloração ambar turvado marcante; o preço é atrativo, em torno de R$ 9 reais (de acordo para uma garrafa de 600ml); minha nota ficou em 9,0, a melhor nota dentre as Weissbier´s até agora.
(no rótulo o fabricante publica que fabrica de acordo com a Lei de Pureza internacional da cerveja)

É isso meus amigos,
fica a dica,
abração,
Leonardo Goellner

Má que pizza! Esta receita eu não faço.

Já ouviu falar na pizza mais cara do mundo? Bueno, ela custa míseros U$ 1000 (R$ 1590,00 - na data desta postagem).


Quer fazer em casa?
A receita: Lagosta, seis tipos de caviar e creme "fraiche" (é um tipo de coalhada), ponha tudo arrumadinho numa massa de 30cm de diâmetro e está pronta a pizza.
Se um dia passares por Nova Iorque, não deixe de provar e depois me envia um mail que prometo que posto por aqui.
Abraço,
Leonardo Goellner

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Costela 5 horas

Neste fim de semama fiz um assado que até o mais cético cardiologista iria render-se e saborear.
Estou falando da costela bovina assada na churrasqueira durante 5 horas (ou mais).
Para preparar este churrasco, não é requisito ser um experiente assador, basta um pouco de prática, gostar de churrasco e paciência.
Ítens básicos:
Lenha, carvão e papel alumínio (na falta deste último, pode ser um pedaço de madeira que cubra toda a costela).
A compra da carne:
Quando fores comprar a costela não esqueça que o vais assar inteira, não compre uma peça maior que sua churrasqueira suporte (largura versus comprimento).
A conta de quantidade de carne que faço, é de mais ou menos 2 ossos por pesssoa (tamanho do osso/corte de, em média, 30cm).
Dê preferência para cortes que contenham, no mínimo, 3 dedos (6cm) de espessura, nem exageradamente gorda, nem extremamente magra.
Vamos ao passo-a-passo.
O fogo; este é o que faço; vá empilhando as lenhas (jogo da velha) e ponha gravetos mais finos no meio; para ajudar, ponha 1/2 copo de álcool no centro e jogue um palido de fósforo (queimando) para atear fogo.
Aguarde até virar em brasa; separando um pouco de brasa para um lado e outro da tua churrasqueira.

Pondo a carne no fogo; pegue a peça, espete em 2 espetos (com o osso virado para baixo) ou ponha numa grelha grande (na foto); salgue com sal grosso ambos os lados (pegue o sal e espalhe por toda a carne, pressionando com força para que o sal fique junto a carne; cubra somente a parte superior com papel alumínio deixando espaço nas laterais para o ar quente circular entre a carne com facilidade, este é um passo muito importante! Lembre-se que o ar quente sobe; ele fará força para tirar a cobertura de papel alumínio, prenda BEM O PAPEL NO ESPETO OU NA GRELHA! Leve ao fogo.

Olhe na foto como fica as dobras do papel alumínio, bem firme para ele não "decolar" (rsrsrsrs).
Agora deixe durante 5 horas sem mexer, cuidando apenas o fogo e alimentado-o com lenha e/ou carvão. (a lenha deixa com um gosto defumado, eu prefiro com lenha; mas pode altenar com carvão, sem problemas).

Cuidando do fogo: durante o preparo da costela, cuide para NUNCA ter fogo direto na carne, podendo comprometer todo o processo! Observe que divido o fundo da churrasqueira em duas partes iguais, o braseiro onde está assando a costela e na esquerda, a lenha, queimando, fumegando e servindo de brasa para, posteriormente, assar a carne do outro lado; a altura entre a carne e o fundo da churrasqueira é muito importante, sempre, no mínimo, 80cm (isso depende da emissão de caloria da tua churrasqueira), te dou uma dica, ponha sua mão bem abaixo da costela e tem que suportar uns 3 segundos, é mais ou menos por ai (cuidado para não se queimar!); vá alimentando o fogo até chegar a hora de servir; se tiver espaço na churrasqueira, asse um salscichão (lingüiça), pão de alho, coração ou outra carne para petiscar.
Atenção: fechando as 5 horas (ou mais), retire a cobertura (papel alumínio) e, com uma faca de churrasqueiro (faca larga) bata em ambos os lados para retirar o sal grosso, sirva e o que sobrar, volte a churrasqueira para não esfriar.

A costela; buenas vivente, ai está!
A costela 5horas, assada, malvada, deliciosa, suculenta e com a carne extremamente macia;
Ponha na tábua, corte pedaços com os ossos e sirva com uma boa salada de maionese, tomates, pimentão, salpicão, etc.
Demora mas vale apena!

Nosso jantar foi servido com salada de salpicão ao molho de requeijão (delícia feita pela Déia), salada caseira de maionese (preparada pela Eliane e Jessy), o costelão (prato principal feito por este que escreve), sobremesa fantástica (elaborada pela Débora); tomamos a SerraMalte, uma cerveja tipo pilser gaúcha, DadoLager e umas escuras que o Ronald trouxe.
Participaram da empreitada gastronômica eu, Eliane, Ronald, Débora, Ranzan, Letícia, Dudu Steigleder, Déia, Bibi, Sofi, Kaya, Rebeca, Vida e a Jessy.

Abraço a todos,
Leonardo Goellner (ready to the next)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

11º Encontro de Colecionáveis Cervejeiros

Conversando com meu amigo Patrick Stefhanou (expert cervejeiro e um dos organizadores do evento) dentre outras coisas, falamos sobre o 11º Encontro de Colecionáveis Cervejeiros e das particularidas deste evento.
Desde já, transmito aos amigos "bierbrauer", que não deixem de fazer uma visita a exposição; no local haverá venda de produtos, camisetas, cervejas, e o mais importante, a troca de experiências e um bom bate-papo.
Vai lá e confere!
Segue o banner,
abração,
Leonardo Goellner